Adeus

Num dia como outro qualquer,
Ficamos, minh’alma e eu dizendo adeus,
Até acabarem todas as formas de dizê-lo.
Até se calar , a dor do adeus .
Adeus ao amigo querido ,
Que ,postado em trilhos para o infinito , tão cedo, nos deixou.
Às vezes o passado se atreve
A lentamente se chegar e de leve
Se faz presente .
Hoje quando sinto saudade choro .
Quando a dor dói de modo infinito
Se eu saio não me demoro,
Vou para dentro de mim e dou um grito!!!!!!
Adeus Mauricio meu menino passarinho.
Adeus Eugênio,meu menino flor.


Delurdes Moraes


Voltar ao menu de poemas

Voltar à página inicial